Casal é impedido de registrar filha com nomes de origem africana em cartórios de BH

De acordo com o pai da criança, Fábio Rodrigo Vicente Tavares, a primeira tentativa de registro aconteceu no dia 24, dois dias após o nascimento, no Hospital Sofia Feldman

Um casal em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi impedir de registrar sua filha com nomes de origem africana. A escolha era pelo nome Tumi MBoup, que carrega significados ligados à ancestralidade africana, de acordo os pais da bebê. As informações são do G1.

A menina nasceu em 22 de setembro e não pôde ser registrada devido à negativa do cartório em considerar MBoup como nome, e não sobrenome. De acordo com o pai da criança, Fábio Rodrigo Vicente Tavares, a primeira tentativa de registro aconteceu no dia 24, dois dias após o nascimento, no Hospital Sofia Feldman.

A unidade hospitalar tem uma extensão do Cartório de Venda Nova, de BH.

Houve negativa e orientação para que Fábio procurasse outra unidade. O pai da bebê foi até o Cartório do Terceiro Subdistrito, no centro de BH, onde também houve negativa. Por fim, os pais precisaram ingressar com solicitação judicial para autorização do registro e aguardarão até 2 de outubro pela resposta.

Post original: https://www.infomoney.com.br/brasil/casal-e-impedido-de-registrar-filha-com-nomes-de-origem-africana-em-cartorios-de-bh/

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Ricardo

Ricardo é o explorador digital do blog “Além da Notícia”, focado em traduzir o complexo universo da tecnologia, ciência e tendências digitais para o público. Com um olhar curioso, ele desmistifica conceitos de inteligência artificial e inovações, mostrando como a tecnologia é uma parte divertida e transformadora do nosso dia a dia. Para ele, cada avanço tecnológico é uma nova história a ser contada.

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